Archive for the ‘ecologia’ Category
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Ao longo dos anos, o homem extraiu tudo o que queria da natureza. Recursos naturais, animais, minerais forma explorado ao extremo. É incrível como o nosso mundo, como conhecemos, ainda esteja de pé.
Os grandes feliinos, entre eles onças, tigres, linces, são grandes vítimas dessa exploração predatória. Sua pele é de especial valia para o mundo da moda e da decoração.
Algumas instituições pelo mundo se dedicam a preservar esses grandes felinos. Confira no documentário abaixo um bom exemplo desta preservação:
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Quanto mais se pensa que descobrimos tudo nessa terra, mais estamos enganados. Ao explorarmos a terra sempre encontraremos novas surpresas. Dessa vez, a descoberta vem dos oceanos.
Trata-se de um peixe de cabeça transparente. Encontrado nas águas profundas (abaixo de 7000 metros de profundidade), onde o homem sequer pode imaginar chegar, o peixe impressiona.
O nome da espécie é Macropinna Macrostoma, e poucas informações ainda estão disponíveis sobre esse peixe. A natureza sem dúvida nos apresenta novidades todos os dias. Veja o vídeo e texto completo no Blogadão.
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07.28.08
Fotos incríveis de vulcões
Existem diversos vulcões ativos no mundo. Alguns dos mais ativos vulcões estão no Havaí, Chile, Alaska entre outros países. É basicamente um fenômeno geológico, cuja lavas são expelidas quando o magma, gases e partículas quentes escapam para a superfície terrestre.Eles expelem grandes quantidades de poeira e gases na atmosfera, causando resfriamento temporário na região onde o fenômeno acontece. Podem ser considerados causadores de poluição natural. Confiram algumas fotos incríveis de vulcões ativos no mundo:
Vulcão Kliuchevskoi, Rússia (visto do espaço)
Vulcão Rabaul em erupção (Papua Nova Guiné) Via: Big PictureEncontre o melhor de rapel 
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Segundo o ministro do Ambiente e Turismo da África do Sul, Marthinus Van Schalkwyk, o sacrifício é necessário para controlar a população de elefantes no país.
Esta será a primeira vez que o governo permitirá a matança dos animais desde que o sacrifício foi proibido, em 1995. Há estimativas de que o número de elefantes aumentou de 8 mil para 20 mil animais desde o fim dos sacrifícios.

No comunicado, o ministro afirmou ainda que a prática será permitida apenas em último caso e que o governo adotará outras técnicas para o controle da população de elefantes, como o uso de contraceptivos e o transporte de animais para áreas menos habitadas. De acordo com Van Schalkwyk, o sacrifício será adotado apenas depois de várias considerações “com todas as opiniões consultadas”, afirmou.A população que reside em regiões próximas de onde vivem os elefantes reclamam que os animais são perigosos, comem as frutas e competem com os humanos para beber água. No comunicado desta segunda-feira, o governo sul-africano afirmou que está ciente de que a decisão vai causar “emoções fortes” e despertar a oposição de ativistas de direitos dos animais. Apesar disso, o ministro afirmou que “o equilíbrio da biodiversidade e as pessoas que vivem próximas dos elefantes” também precisam ser considerados.
A ONG de direitos dos animais Animal Rights Africa afirmou que os elefantes têm habilidades cognitivas bem desenvolvidas e são alertas sobre o espaço. “Quanto mais parecidos conosco precisam ser os elefantes para que matá-los seja considerado assassinato?”, questionou a ONG em um comunicado divulgado antes do anúncio do governo.
Via: BBC Brasil
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12.06.07
Protocolo de Kyoto. O que é isso?
Muitas vezes se fala quanto a adoção do Protocolo de Kyoto. Entretanto poucos sabem em que consiste tal documento. Encontrei este breve guia no BBC Brasil, que através de perguntas e respostas, apresenta um resumo dos principais pontos do documento, confira:O que é o Protocolo de Kyoto?
É um acordo internacional que estabelece metas de redução de gases poluentes para os países industrializados. O protocolo foi finalizado em 1997, baseado nos princípios do Tratado da ONU sobre Mudanças Climáticas, de 1992. O acordo entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005, ratificado por 36 países do grupo mais ricos do planeta, e limita emissões dos seis gases que provocam o efeito estufa.
Para atingir as metas de cortar as emissões, o protocolo criou três mecanismos: a troca de emissões entre países com metas a cumprir, a implantação de projetos conjuntos para reduzir emissões e o chamado MDL, ou Mecanismo de Desenvolvimento Limpo. Esse mecanismo permite que os países que têm que cumprir metas invistam na redução de emissões nos países em desenvolvimento em vez de reduzir emissões “em casa”.
Sob o princípio de “responsabilidades comuns, mas diferenciadas”, que reconhece um dever maior dos países ricos pelo combate ao aquecimento global, por terem contribuído mais para ele e por terem mais condições de pagar, o protocolo não fixou metas de emissão para os países pobres e em desenvolvimento.
Quais são as metas?
O Protocolo prevê uma redução total de 5,2% nas emissões em relação aos níveis registrados em 1990. Essa meta deve ser atingida entre 2008 e 2012.A meta de redução varia de um signatário para outro.
Os países da União Européia, por exemplo, têm de cortar as emissões em 8%, enquanto o Japão se comprometeu com uma redução de 5%. Alguns países que têm emissões baixas podem até aumentá-las.
As metas estão sendo atingidas?
O total de emissões de dióxido de carbono caiu 3% entre 1990 e 2000. No entanto, a queda aconteceu principalmente por causa do declínio econômico nas ex-repúblicas soviéticas e mascarou um aumento de 8% nas emissões entre os países ricos.
A ONU afirma que os países industrializados estão fora da meta e prevê para 2010 um aumento de 10% em relação a 1990. Segundo a organização, apenas quatro países da União Européia têm chance de atingir as metas. O diretor de Campanhas do Greenpeace no Brasil, Marcello Furtado, diz que como ferramenta política o acordo é “fundamental”. “Já como ação mitigatória, fez muito pouco.”
Por que os Estados Unidos se retiraram do Protocolo?
O presidente americano, George W. Bush, se retirou das negociações sobre o protocolo em 2001, alegando que a sua implementação prejudicaria a economia do país. O governo Bush considera o tratato “fatalmente fracassado”. Um dos argumentos é que não há exigência sobre os países em desenvolvimento para reduzirem as suas emissões.
Bush disse ser a favor de reduções por meio de medidas voluntárias e novas tecnologias no campo energético. Os americanos estão isolados nessa posição, e o único outro país desenvolvido a se recusar a assinar o acordo, a Austrália, aceitou entrar no acordo no dia 3 de dezembro deste ano. Hoje 174 países são signatários do acordo.
Kyoto vai fazer uma grande diferença?
A maioria dos cientistas que estudam o clima diz que as metas instituídas em Kyoto apenas tocam a superfície do problema. O acordo visa a reduzir as emissões nos países industrializados em 5%, enquanto é praticamente consenso entre os cientistas que defendem o corte nas emissões como forma de controlar o aquecimento as mudanças climáticas que, para evitar as piores consequências das mudanças climáticas, seria preciso uma redução de 60% das emissões.
Diante disso, os termos finais de Kyoto receberam, portanto, várias críticas, com alguns dizendo que o protocolo terá pouco impacto no clima e é praticamente inútil sem o apoio americano. Outros, no entanto, dizem que, apesar das falhas, o protocolo é importante porque estabelece linhas gerais para futuras negociações sobre o clima.
Os defensores de Kyoto dizem ainda que o tratado fez com que vários países transformassem em lei a meta de reduções das emissões e que, sem o protocolo, políticos e empresas tentando implementar medidas ecológicas teriam dificuldades ainda maiores.
E o Brasil e os outros países em desenvolvimento?
O acordo diz que os países em desenvolvimento, como o Brasil, são os que menos contribuem para as mudanças climáticas e, no entanto, tendem a ser os mais afetados pelos seus efeitos.
Embora muitos tenham aderido ao protocolo, países em desenvolvimento não tiveram de se comprometer com metas específicas. Como signatários, no entanto, eles precisam manter a ONU informada do seu nível de emissões e buscar o desenvolvimento de estratégias para as mudanças climáticas. Entre as grandes economias em desenvolvimento, a China e Índia também ratificaram o protocolo.
O que é o comércio de emissões?
O comércio de emissões consiste em permitir que países compram e vendam cotas de emissões de gás carbônico. Dessa forma, países que poluem muito podem comprar “créditos” não usados daqueles que “têm direito” a mais emissões do que o que normalmente geram. Depois de muitas negociações, os países também podem agora ganhar créditos por atividades que aumentam a sua capacidade de absorver carbono, como o plantio de árvores e a conservação do solo.





