“Nós precisamos reconhecer a dívida que o mundo tem com os Estados Unidos por sua liderança na luta contra o terrorismo internacional”
O premiê disse que a ligação entre a Grã-Bretanha e os Estados Unidos é “a mais importante relação bilateral” do país europeu. “É firmemente do interesse nacional britânico que nós tenhamos uma forte relação com os Estados Unidos”, disse Brown. “E, como primeiro-ministro, eu quero fazer mais para fortalecer ainda mais nossa relação com os Estados Unidos.”
Corda bamba
As declarações de Brown vão contra a percepção de alguns analistas e de membros do próprio governo britânico, para os quais o ex-ministro das Finanças britânico deveria optar um distanciamento dos Estados Unidos, agora que assumiu o poder. No início deste mês, por exemplo, um secretário do Ministério do Exterior britânico, Malloch Brown, disse que era hora de uma política externa mais “imparcial” e que a Grã-Bretanha deveria investir numa aproximação com líderes do restante da Europa.
Falando já a caminho dos Estados Unidos, Brown descreveu a si mesmo como um “atlanticista e “um grande admirador do espírito americano”.
No entanto, segundo o analista político da BBC Nick Robinson, Brown está caminhando “na corda bamba” no tocante à relação do seu país com os Estados Unidos. Para Robinson, Brown precisa afirmar ao presidente americano seu compromisso com o relacionamento entre os dois países, mas precisa convencer os eleitores britânicos que as ligações entre Grã-Bretanha e Estados Unidos serão diferentes das cultivadas durante o governo do ex-premiê britânico Tony Blair, a quem Brown substituiu neste mês. Em Camp David, os dois líderes devem discutir temais internacionais como a situação no Iraque e no Afeganistão, o Oriente Médio, Darfur, Kosovo, o comércio global e as mudanças climáticas.
Eu já li de tudo no cenário político internacional, mas essa do Premier Brown foi demais. Abra os olhos Premier, tudo que os americanos combatem hoje, com relação ao terrorismo, foram eles que criaram! O Bin Laden, por exemplo, foi uma cria americana a partir de 1981, quando os EUA utilizaram os incipientes talebãs para derrotar os russos. Injetaram bilhões, até que a critura se voltou contra seu criador. Caro Brown, de tanto falar tanta besteira, deverias voltar a uma sala de aula e estudar história!
Via: BBC Brasil
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